Hábitos cotidianos podem aumentar seriamente o risco de demência

Consumir uma dieta rica em gorduras saturadas

Você já sabe que uma dieta nutricional e balanceada é essencial para o seu coração e peso. Mas os benefícios da comida para a mente são às vezes negligenciados. O cérebro precisa de gorduras saudáveis, proteínas magras, vitaminas e minerais para funcionar adequadamente.

Além disso, pesquisas mostram que as pessoas que têm uma dieta rica em gorduras saturadas, como o óleo de canola, têm maior probabilidade de desenvolver demência. A melhor nutrição que você pode dar ao seu cérebro é uma dieta cheia de frutas, legumes, nozes e grãos. Substitua a manteiga por gorduras saudáveis monoinsaturadas (azeite, amendoim e abacate) e limite a ingestão de carne vermelha, optando por outras fontes de proteína magra.

 

Não dormir o suficiente

Um estudo recente estima que 15% dos casos de doença de Alzheimer podem ser atribuíveis a problemas de sono. Outra pesquisa recente publicada na revista Alzheimer’s & Dementia envolvendo quase 7.500 mulheres descobriu que a média de menos de seis horas por noite de sono aumenta o risco de desenvolver demência em 36 por cento. Para diminuir o risco, sugiro estabelecer uma rotina de dormir, manter um horário regular de sono e tratar distúrbios do sono, como a apneia do sono. Também é uma boa ideia não se exercitar ou comer dentro de duas a três horas antes de dormir, pois ambos podem prejudicar o sono.

 

Comer muito açúcar

A lista de razões pelas quais você deve diminuir sua ingestão de açúcar continua aumentando. Uma das mais recentes descobertas reforça que uma dieta rica em açúcar pode desencadear a demência.

 

Ignorar doenças crônicas

A Hipertensão não tratada e diabetes são dois dos maiores fatores de risco para a demência, como a doença de Alzheimer.

Os diabéticos têm até 73% de aumento do risco de demência e um risco ainda maior de desenvolver demência vascular do que os não-diabéticos. Ter hipertensão na meia-idade também aumenta o risco de demência vascular e de Alzheimer. Para ambas as doenças, administrá-las com medicamentos, dieta e exercícios pode reduzir significativamente o risco de desenvolver essas doenças ligadas à mente.

 

Viver um estilo de vida sedentário

O exercício beneficia o cérebro e pode reduzir o risco de quedas e doenças relacionadas à idade. A Organização Mundial da Saúde recomenda que os adultos façam pelo menos 150 minutos de exercícios aeróbicos por semana, o que equivale a treinar 30 minutos por dia.

 

Ser solitário

Pesquisadores encontraram uma associação entre o sentimento de solidão, o isolamento social e a formação de beta-amilóide – uma proteína que se acumula no cérebro e está ligada à doença de Alzheimer.

Mesmo que você seja mais introvertido e aproveite seu tempo sozinho, tente se empenhar mais em atividades sociais, por exemplo, ingressando em um curso para aprender alguma coisa nova.

 

Falta de estimulação mental

Assim como é importante exercitar seu corpo, é preciso também exercitar sua mente. Passar muito tempo no sofá em vez de manter o seu cérebro ativo pode aumentar o risco de demência.

Manter o cérebro ativo parece aumentar sua vitalidade e pode construir suas reservas de células cerebrais e conexões.

Por essa razão, a Escola PraticaMente criou um revolucionário método de aprendizagem para exercitar o seu cérebro. Faça parte do grupo de alunos que estão mudando a forma de pensar! Aqui, aprender e ganhar mais memória e concentração é divertido e gostoso!

Flávia Valadares – Neurocientista Fundadora da Escola PraticaMente

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